“Mais um projeto que não é, literalmente, em benefício da sociedade, e sim de interesses particulares”, afirma Júnior Geo sobre o Palmas Solar
Júnior Geo questionou o custo para implantação do projeto condicionado a empresas locais que passam a valer o dobro para garantir a possibilidade de benefícios em descontos de tributos. Por Gabriela Melo O vereador professor Júnior Geo questionou, na sessão desta quarta-feira, 20, a aplicação do projeto da Secretaria Extraordinária de Energias Renováveis (Seer), “Palmas Solar”.  O programa prevê descontos em tributos como IPTU e ISSQN aos contribuintes que implantarem a energia solar feita exclusivamente por empresas da cidade de Palmas. Segundo o parlamentar, os donos das duas empresas da capital que desenvolvem este trabalho são aliados políticos da gestão. Além disso, apontou o valor de implantação como o dobro do que poderia ser cobrado em outras situações, fazendo com que o desconto não compense. O apontamento foi feito por Geo após uma conversa citada com um professor doutor engenheiro elétrico que colocou a sua residência 100% à base de energia solar por projeto próprio e sem depender de empresa, como condiciona o “Palmas Solar”. A implantação em sua residência teria apresentado o custo de aproximadamente 50% do valor cobrado pelas empresas locais.  Para o vereador, o encaminhamento para empresas locais, além de inconstitucional, não traz benefícios financeiros aos que apoiam o projeto sustentável e sim ao grupo político detentor dos recursos de aplicação. “Mais um projeto que não é, literalmente, em benefício da sociedade, e sim de interesses particulares”, afirma Geo.

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